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Diagnóstico BASE · projeto de entrada

O que você recebe, o que você entrega e o que não vem junto.

Esta página é o escopo, escrito antes da proposta. Se algo aqui não fizer sentido para a sua empresa, é melhor descobrir agora.

01 · Express ou Diagnóstico

Um diz o que você acha. O outro diz o que é.

Score Express

Itens

12

Origem do dado

Só o que você respondeu

Quem interpreta

Ninguém — é automático

Entrega

Faixa e um ponto de atenção

Preço

Grátis

Diagnóstico BASE

Itens

60

Origem do dado

O que você respondeu, conferido contra documento

Quem interpreta

Consultor, em sessão de duas horas

Entrega

Relatório completo e devolutiva

Preço

Projeto de entrada

A faixa dos dois pode coincidir. O que muda é saber se ela é verdade — e é essa diferença que se paga.

02 · Entregáveis

Um relatório e uma conversa de uma hora e meia.

  1. A faixa do Negócio e a do Dono, com a banda

    Um número sem margem finge precisão que ele não tem.

  2. O radar dos 12 Sinais Vitais

    Cada um separado.

  3. A leitura de convergência

    O que você respondeu ao lado do que a evidência sustenta. É o achado principal.

  4. O ponto de atenção e os dois pontos de apoio

    Onde dói e o que já funciona.

  5. As dores confirmadas

    Na sessão de auditoria. Só as confirmadas.

  6. As evidências recebidas e as ausências registradas

    A ausência também é resultado.

  7. A versão do método e o rodapé de salvaguarda

    Para que se saiba sob que régua a leitura foi feita.

Mais a devolutiva: cerca de uma hora e meia, presencial ou por vídeo, conduzida por quem fez a auditoria. Começa pelo que está funcionando e termina na direção — não na oferta.

O relatório não é editado depois de entregue. Se houver erro material, sai uma versão retificada, preservando a original, com motivo e data. Se algo mudar, aparece que mudou.
03 · O que fica de fora

Nenhuma recomendação. Nenhum preço. Nenhuma oferta.

O Relatório de Diagnóstico não propõe nada e não vende nada. O plano de intervenção — o Protocolo — é um documento separado, entregue depois da devolutiva, e contratado à parte.

Por quê. Porque a pergunta é justa: quem decide que eu preciso da fase 2 é quem vende a fase 2? Separar é o que permite responder:

O diagnóstico é calculado, não opinado. A fórmula é pública e você pode refazer a conta. A recomendação vem depois e em separado — e você pode contratar outro para executá-la.

Também não vem: número liberado antes da devolutiva; documento para apresentar a banco, investidor ou órgão; nem qualquer certificação ou selo. Nada do que a gente entrega atesta coisa alguma a terceiros.

04 · O que precisamos

Sete documentos — no estado em que estiverem.

  1. DRE ou balancete dos últimos 12 meses

  2. Extrato consolidado — ou a confirmação de que as contas PF e PJ são separadas

  3. Faturamento mensal de 12 meses e os cinco maiores clientes

  4. Folha, com admissões e demissões dos últimos 12 meses

  5. Certidões fiscal e trabalhista

  6. Três processos críticos documentados

  7. Planejamento e metas do ano

Ausência de evidência é dado, não lacuna.

Você não precisa organizar nada antes de começar. "Não existe DRE" já classifica o pilar — e é uma das informações mais úteis do diagnóstico.

Antes de enviar: tarje o que não é necessário

A gente pede o mínimo para conferir o que você respondeu. Dado pessoal a mais atrapalha os dois lados: aumenta o seu risco e não melhora o diagnóstico.

DRE ou balancete

Precisamos Os valores e as contas

Pode ocultar CPF de sócio, se aparecer

Extrato

Precisamos O consolidado que mostra a separação PF/PJ

Pode ocultar Número de conta, agência, chave Pix e o detalhe de cada transação

Faturamento e maiores clientes

Precisamos Valores e razão social

Pode ocultar CNPJ, contato, e qualquer dado de pessoa física do seu cliente

Folha

Precisamos Custo total, número de pessoas, cargos, admissões e demissões com data

Pode ocultar CPF, RG, endereço, conta bancária, dado de dependente e dado de saúde. A remuneração pode vir por cargo ou faixa, sem nome

Certidões

Precisamos Como são emitidas

Processos documentados

Precisamos O processo

Pode ocultar Senhas, credenciais e chaves de acesso

Planejamento e metas

Precisamos O documento

Na dúvida, tarje. Não envie dados pessoais de terceiros que não tenham relação com o diagnóstico. Documento tarjado não atrapalha; dado a mais, sim.
05 · A sequência

Sete etapas.

  1. Perfil da empresa

    Você, online 3 min

  2. Questionário do Negócio

    Você, sozinho 10–13 min

  3. Questionário do Dono

    Você, sozinho 10–13 min

  4. Envio das evidências

    Você depende de você

  5. Sessão de auditoria

    Você e o consultor ~2h

  6. Cálculo e leitura

    Consultor, interno —

  7. Devolutiva

    Você e o consultor ~1h30

O que ocupa o seu tempo são cerca de quatro horas no total, somando questionário, auditoria e devolutiva. O resto é trabalho nosso.

06 · Prazo

Até 45 dias corridos, com as datas na proposta.

O cronograma começa no aceite e termina na devolutiva. As datas de Exame, evidências, auditoria e conversa final ficam registradas antes do início. Se uma dependência documentada ficar com o cliente, o prazo da BASE pausa conforme a regra escrita no contrato — sem apagar o tempo total já transcorrido.

O que mais muda o prazo

A disponibilidade dos documentos e das pessoas que respondem. A empresa não precisa organizar tudo antes; precisa apenas informar o que existe, o que não existe e quem responde por cada envio.

07 · Investimento

Projeto de entrada, com proposta depois da conversa.

O Diagnóstico é contratado como projeto, e o valor vai na proposta — depois da conversa de trinta minutos, quando já se sabe o tamanho da operação e o estado dos documentos.

Condição de cliente-fundador. As primeiras empresas entram com desconto explícito e temporário. Em troca, três coisas combinadas por escrito: o caso documentado, um depoimento, e a permissão de usar os dados anonimizados no benchmark que calibra a régua.

Não é desconto solto. É contrapartida — e é o que permite manter o preço depois.

08 · Perguntas

As cinco que sempre aparecem.

Meus números não estão organizados. Melhor esperar?

Não. O estado dos documentos é parte do diagnóstico — talvez a parte mais reveladora. Esperar até organizar é adiar justamente o que a gente veio medir.

E se o score cair na reavaliação?

Pode cair, e a gente diz isso antes de assinar. Cai por dois motivos: o negócio piorou, ou a sua leitura ficou mais honesta. Nos dois casos fica escrito qual foi — e a segunda hipótese é progresso, não fracasso.

Isso não é a metodologia da Brasil Júnior com outro nome?

A régua de maturidade vem de lá, e a gente credita por escrito. O que é nosso é medir o dono junto com o negócio e cruzar os dois.

Quem decide que eu preciso da fase 2 é quem vende a fase 2?

Por isso o diagnóstico não recomenda nada. A fórmula é pública, você pode refazer a conta, e a proposta de intervenção vem depois e em separado — inclusive para você contratar outro.

Vocês assinam algo que eu possa mostrar ao banco?

Não. Não existe selo, certificado ou atestado. O relatório é para você decidir, não para provar nada a terceiros.

Comece pela conversa.

Trinta minutos, sem custo. Se fizer sentido para os dois lados, a proposta vem depois — com escopo, prazo e valor escritos.

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