O que a gente mede, como mede e o que não mede.
Esta página existe para você julgar o método antes de conversar com a gente. Ela mostra o instrumento, a auditoria, os limites e o que ainda não está provado.
A empresa e quem decide são medidos separadamente.
Quase todo diagnóstico de gestão olha para a empresa e trata o dono como contexto. O Método BASE mede os dois como objetos distintos, com instrumentos distintos, e depois lê um ao lado do outro.
A razão é prática. Uma operação frágil conduzida por um gestor preparado precisa de estrutura. Uma operação organizada conduzida por alguém que centraliza tudo precisa de outra coisa — e as duas situações produzem sintomas parecidos vistas de fora. Sem separar, o plano erra o alvo e o problema volta no ciclo seguinte.
Seis pilares no negócio, seis eixos no dono.
Pessoas & Cultura
Contratação, retenção, clima e o que a equipe faz sem ser mandada
Gestão & Processo
O que está documentado, o que é medido e o que só existe na cabeça de alguém
Marketing & Vendas
Origem do cliente, previsibilidade do funil e concentração da receita
Finanças & Contabilidade
Controle de caixa, conhecimento de margem e separação entre pessoa física e jurídica
Governança & Compliance
Alçadas, organograma, regularidade fiscal e trabalhista
Estratégia & Direção
Metas escritas, revisão periódica, inovação e aprendizado
Autoconhecimento & Propósito 16%
O que move, o que atrapalha, e o quanto disso é sabido
Liderança & Pessoas 20%
Como a equipe se comporta na ausência de quem manda
Visão & Estratégia 16%
Horizonte de decisão além do mês corrente
Domínio do Negócio & Delegação 23%
O quanto a empresa anda sem o dono
Resiliência & Realização 15%
Comportamento sob pressão e capacidade de terminar
Ética & Aprendizado Contínuo 10%
O padrão sustentado quando ninguém está conferindo
Os pesos do Dono não são iguais porque os eixos não pesam igual. Domínio do Negócio & Delegação é o mais pesado — e também o mais verificável, porque se materializa em documento da empresa.
Sessenta itens, respondidos sozinho.
Cinco por sinal vital, em escala de 1 a 5.
Cerca de 12 no Negócio, cerca de 12 no Dono.
No computador ou no celular. Salva sozinho — dá para parar e voltar.
O dono responde sem ninguém da BASE assistindo.
Por que sozinho: responder com o consultor ao lado contamina a resposta, e a hora do consultor rende muito mais na auditoria do que vendo alguém clicar.
Três tipos de item, declarados
Auditável
Você responde, e a gente confere contra documento. Se divergir, o valor é ajustado — com o documento registrado ao lado.
Observável
Você responde, e a gente registra o que observou na sessão.
Interno
Só seu. A gente não toca, não ajusta e não discute com mais ninguém.
O que você respondeu, conferido contra o que existe.
É aqui que o Diagnóstico deixa de ser questionário. Cerca de dois terços dos itens do Negócio são verificáveis em documento. Pedimos sete:
DRE ou balancete dos últimos 12 meses
Extrato consolidado — ou a confirmação de que as contas são separadas
Faturamento mensal de 12 meses e os cinco maiores clientes
Folha, com admissões e demissões dos últimos 12 meses
Certidões fiscal e trabalhista
Três processos críticos documentados
Planejamento e metas do ano
Ausência de evidência é dado, não lacuna.
"Não existe DRE" já classifica o pilar. Você não precisa organizar nada antes de começar — o estado em que os documentos estão hoje é parte do diagnóstico.
Como o ajuste é registrado. Nenhum valor muda por opinião. Todo ajuste carrega cinco campos: o item, o que você respondeu, a evidência, o novo valor e a justificativa em uma frase. Sem os cinco, não há ajuste.
A distância entre o que você acha e o que aparece.
O relatório mostra duas colunas lado a lado: o que você respondeu e o que a evidência sustenta. A diferença entre elas é o achado mais útil do diagnóstico — mais que o número.
Divergir não é erro nem má-fé. Na maioria das vezes é sinal de que a informação não chega até você no formato certo, ou de que algo mudou e a percepção ficou para trás. É exatamente isso que dá para corrigir.
Do exame à devolutiva.
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Perfil da empresa
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Questionário do Negócio
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Questionário do Dono
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Envio das evidências
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Sessão de auditoria
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Cálculo e leitura
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Devolutiva
Depois da devolutiva vêm o Protocolo e o Acompanhamento — o ciclo, dimensionado caso a caso.
O resultado não aparece antes da devolutiva. Não existe tela que libere o número antes da conversa: um score lido sozinho, fora de contexto, funciona como ameaça e não como informação.
O que fica escrito.
A faixa do Negócio e a do Dono, com a banda
Porque um número sem margem finge uma precisão que ele não tem
O radar dos 12 Sinais Vitais
Cada sinal separado, não só o agregado
A leitura de convergência
O que você respondeu ao lado do que a evidência sustenta
O ponto de atenção e os dois pontos de apoio
Onde dói, e o que já está funcionando
As dores confirmadas na sessão
Só as que a auditoria confirmou
As evidências recebidas — e as ausências, registradas
A ausência também é dado
A versão do método e o rodapé de salvaguarda
Para que se saiba sob que régua a leitura foi feita
As faixas
Operação Dependente
No dono: Fundador Operador
Operação em Formação
No dono: Gestor em Formação
Operação Consolidada
No dono: Gestor Consolidado
Operação Escalável
No dono: Líder Multiplicador
Operação Autônoma
No dono: Líder Estratégico
Sobre o documento: o Relatório é registro, não rascunho. Depois de entregue, não é editado. Se houver erro material, sai uma versão retificada — preservando a original, com motivo, data e aviso a você. Se algo mudar, aparece que mudou.
Nenhuma recomendação. Nenhum preço. Nenhuma oferta.
O Relatório de Diagnóstico não propõe nada. A proposta de intervenção — o Protocolo — vem em documento separado, depois da devolutiva.
Por quê. A pergunta justa é: "quem decide que eu preciso da fase 2 é quem vende a fase 2?" A separação é o que permite responder com honestidade:
O mesmo vale quando indicamos um parceiro: sempre com mais de uma opção, incluindo o fornecedor que você já tem, e sempre declarando a relação comercial que temos com ele. Quem pontua é a BASE. Quem executa é outro.
O que é emprestado e o que é nosso.
O Método BASE adapta, para empresas reais, um sistema de clusterização por maturidade validado em mais de 1.400 organizações no Movimento Empresa Júnior, combinando-o com frameworks consagrados de competência empreendedora (EntreComp, da União Europeia; McClelland e o EMPRETEC, do SEBRAE) e de saúde organizacional (Flamholtz; McKinsey OHI).
O que é autoral: a arquitetura de dois atores, o cruzamento entre eles, a biblioteca de dores calibrada para empresas de R$2 a R$10 milhões e a base de dados própria que se acumula a cada diagnóstico.
"Isso não é a metodologia da Brasil Júnior com outro nome?"
A régua de maturidade vem de lá, e a gente credita. O que é nosso é medir o dono junto com o negócio e cruzar os dois.
O que já está de pé e o que ainda não está.
O instrumento de 60 itens, escrito segundo método psicométrico reconhecido; a regra de agregação, que é pública e refazível; os critérios de auditoria; e as regras de validade da aplicação.
A calibração estatística da régua. Ela exige volume — cerca de 150 aplicações — e a gente não tem esse volume ainda. Enquanto não tiver, a versão é 1.0, em calibração, e está escrito no rodapé de todo relatório.
O que isso muda para você: as faixas são leitura de estado, não medida de precisão fina. É por isso que o relatório entrega banda, e não um número seco. Quando a base chegar ao volume necessário, a régua é recalibrada e vira a versão 2.0 — e quem participou antes fica registrado como parte da base fundadora.
A gente prefere dizer isso agora a ser perguntado depois.
Os limites, escritos.
Se fizer sentido, a conversa é o próximo passo.
Trinta minutos, sem custo. Se você preferir começar por algo menor, o Score Express é gratuito e leva cinco minutos — sabendo que ele é autorrelato, e só isso.